quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Agradecimentos

Aos professores:

SOLANGE STRAUB STECZ
EDUARDO BAGGIO
ALTENIR SILVA
MARCOS SABOIA
GERALDO PIOLI
HELOISA PASSOS
ULISSES GALETO
HOMERO CAMARGO
LUCIANO COELHO
PEDRO MEREGE
RAFAEL LOPES
FERNANDO ANDRADE TEIXEIRA
VADECO


Às pessoas que nos ajudaram nesta caminhada:

Gabriel Della Ribba
Raphaela Foltran Scocato
Miriam Galeano
Jony Gonçalves
Fabrício Forcato
Luis Groff
Carlos Sergio Serena
Sergio Dorocize Vazani
Ozéias Blitzknow
Maurício Izelli Doré
Thiago Roks
Germano Pestana
Patrícia Bueno Andrade /
Edinir - bengala
Carolina (Mercearia)
Cristina (Mercearia)
Daniel Ikenaga
Luiz Roberto Leão Lopes
Vadeco
Ana Pellegrini DA COSTA
Acir Alves Guerra (CHEFE DE OBRAS)
Alceus Gasparin (MARCENEIRO)
Vanderley de Cristo
Natalio Garcia (CARPINTEIROS)
Sueli Aparecida de Souza


Às empresas:

Floricultura Flores Pingo de Ouro
Mercearia Coralina
In Vino Veritas
Paraná Educativa
Instituto Flamenco
DCE UFPR gestão "Pés no Campus"
Alerta Serviços de Vigilância Ltda.
Elite Comércio e disk água
Espaço 2
Astrolábio
VINICOLA FRANCO ITALIANO
PIU SAPPORE

Hesitação e orgulho

Ontem me senti adulta, responsável.

Acredito que a mesma sensação dos pais quando o filho decide morar sozinho. “E agora?”, pensei. “Será que a melhor opção é deixá-lo ir? Será que devo guardá-lo para mim por mais um tempo?”

Sim, porque, assim como os pais, eu sabia que não poderia mantê-lo distante do mundo para sempre. E, por um breve momento, hesitei.

Não havia muito tempo, não dependia de nós, não havia mais volta. No momento seguinte, via, com coração apertado, o nosso pequeno bebê tomando vida. As cenas se seguiam na tela de cinema e, eu, com os olhos lacrimejantes de um pai orgulhoso, observei-o pela última e pela primeira vez.

Agora, o filme já não era mais meu, ou de um grupo de aproximadamente 30 amantes da sétima arte, que, durante três meses se zangaram, se emocionaram, aprenderam, viveram este filme. Eu sabia que, agora, pertencia ao mundo e o mundo poderia ser cruel com ele.

O fato é que as duas sessões realizadas na Cinemateca de Curitiba lotaram para assistir as primeiras exibições do Filme “Outros Olhos”. Não é o melhor filme do mundo, sabemos. Talvez não entre nos almanaques da história do cinema paranaense, ou, talvez, não seja visto e comentado por especialistas. Mas me sinto orgulhosa de ter feito parte desse processo, no qual este filme é o resultado.

Durante o coquetel, tive o privilégio de conversar com algumas pessoas presentes. Entre os comentários que ouvi registro dois que me marcaram por terem vindo de dois profissionais cujo trabalho respeito muito, e cuja amizade é preciosa. “Este filme que vocês fizeram é muito bom, muito bom”, afirmou o cineasta e mentor Geraldo Piolli. Já, o também cineasta, Arnaldo Belotto disse que “há coisas que agradam muito no filme”.

O sentimento de hoje é saudade: das amizades, das aulas, de momentos que vivemos e que ficarão para sempre. A perspectiva é de que possamos evoluir muito a partir daqui.

Guardem o nome destes 30 cineastas: o mundo, certamente, ouvirá falar deles.

Com carinho,
Com saudades,
Com orgulho

Vanda Moraes
Quando a primeira cena começou, tremi! Veio sim um pouco de lágrimas nos olhos, era apreensão, alegria, orgulho, tudo junto.

O filme caminhando e a gente achando os erros e as coisas boas, de um tamanho gigante!

Galera tudo valeu, até nossos erros, aqueles que talvez nunca vamos nos perdoar... mas .... temos uma história contada ali, registrada ali, do nosso jeito porque todos nós contamos juntos, ninguém pode nos tirar isto.

A emoção desta noite talvez nunca se repita ou talvez seja apenas uma amostra de muitas. De qualquer forma, agradeço a todos porque conseguimos!!!!

Sim nós conseguimos!!! Nossa turma é incrível, tem astral, sabe dar a volta por cima e fazer algo acontecer!

Hoje o filme aconteceu e nossa amizade também. Estou duplamente feliz!!
Abraço, beijos!

Eduardo Calegari