Todos os dias enxeragamos diversas situações com diversos pontos de vista.
Cada qual tem seu ponto de vista e cada ponto de vista existe para cada qual.
Focamos o que nos interessa, desfocamos realidades.
Abrimos os olhos ao acordar. Estamos com os olhos abertos, mas continuamos sonhando.
Olhar, capacidade de sentir o toque, ouvir sons, sentir gostos e falar. Sentimenos humanos.
Heitor é um jornalista frustrado, olha o mundo com outro tipo de visão. Uma visão desfocada. Cegueira parcial. O mundo desfoca Heitor.
Clara sente. Sente a vida, sente a morte, sente o platonismo dentro de si. Mas quem sente Clara? Quem entende Clara?
E Rodolfo? Rodolfo vê, sente, saboreia frutos de ilusão. Mas quem liga? Quem vê Rodolfo?
Humanos tem seus instintos, suas necessidades e suas carências.
E o limite de cada um, podemos ver ATRAVÉS do que os olhos podem sentir.
Por Nicole Sourient
quarta-feira, 3 de junho de 2009
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